Tráfego pago
Quanto Custa Contratar um Gestor de Tráfego Pago no Rio de Janeiro?
O preço varia muito, e a maior parte da confusão vem de comparar modelos de cobrança diferentes como se fossem a mesma coisa. Aqui vai o panorama real.
Os 3 modelos de cobrança mais comuns
Fee fixo mensal: o mais comum para pequenos e médios negócios locais. Cobre gestão, otimização e relatório, sem depender do valor investido em mídia.
Percentual da verba de mídia: comum em contas maiores. Faz sentido acima de um certo volume de investimento, mas pode ficar caro demais para quem investe pouco.
Projeto pontual: configuração inicial de campanha, sem acompanhamento contínuo. Mais barato, mas exige que alguém acompanhe o desempenho depois.
Por que negócio local costuma preferir fee fixo
Uma clínica ou imobiliária que investe uma verba de mídia menor tende a sair perdendo no modelo percentual, porque o percentual mínimo praticado pelo mercado nem sempre é proporcional ao tamanho da operação. O fee fixo dá previsibilidade de custo, o que facilita o planejamento financeiro do negócio.
O que verificar antes de fechar
- Se o valor cobrado inclui apenas gestão, ou também criação de criativos e copy
- Se há acesso direto à conta de anúncios (transparência) ou tudo fica sob domínio da agência
- Qual a frequência real de relatório e ajuste, não só o que está escrito no contrato
- Se existe experiência prévia no seu segmento específico, não apenas em tráfego pago genérico
O que muda com automação e IA na gestão
Parte do custo de um gestor de tráfego tradicional vem do tempo gasto analisando relatório e ajustando campanha manualmente. Integrar IA nesse processo permite identificar palavra-chave sem conversão, oportunidade de público e ajuste de orçamento com mais velocidade — o que tende a refletir em um serviço mais ágil pelo mesmo investimento.
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